Juliana de Jesus Ribeiro, de 30 anos, que era gerente de um mercado, no município de Saubara no recôncavo baiano, foi morta a tiros no momento que deixava o trabalho em maio de 2023.
Na época do crime, o Ministério Público acusou o PM de observar a rotina da vítima por treze dias antes do crime.
Durante o julgamento de Diego, realizado pelo Tribunal do Júri Popular de Santo Amaro, o conselho de sentenças, considerou que as informações sobre o caso não apontavam para Diego como autor dos disparos da arma de fogo que causaram a morte de Juliana.
Os jurados consideraram também que os autos não comprovaram que o policial havia utilizado um veículo com placa adulterada no local do crime. O juiz Abraão Barreto Cordeiro determinou a absolvição do suspeito e a soltura do militar que está preso desde 2024.